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Calculadora do Imposto. Faça as contas com base nos seus gastos.

Você realmente sabe quanto paga em impostos no seu dia-a-dia? Saber é o seu direito.

A Calculadora do Imposto faz as contas necessárias com base nos dados de cada cidadão, e traz um total de carga de impostos pagos. Ela faz parte de uma campanha de esclarecimento que tem como objetivo trazer maior transparência tributária.

É rápido e prático. Faça o seu teste.

Fonte: Contribuinte Cidadão

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Acabamos com a CPMF, vamos acabar com o Imposto!

Em 2007 realizamos a mobilização pela extinção da cobrança de 0,38% da Contribuição Provisória por Movimentação Financeira. O movimento tomou as ruas, mídias, internet e ficou popularmente conhecido como XÔ CPMF.

No final de 2007, com o apoio de todos, esta luta foi vencida e a CPMF deixou de existir. Mas isso foi apenas o começo, continuamos pagando taxas abusivas ao governo, que não são revertidos em benefícios prometidos pelos mesmos, e que levam quase a metade dos nossos salários.

Os brasileiros pagam impostos sobre todos os produtos e serviços que consomem. Em alguns casos a taxa pode chegar a 57%, como é o caso dos impostos sob o valor da gasolina. Além disso, nota-se que há uma desigualdade na cobrança dos tributos nas diferentes classes sociais, sendo que quem pode mais paga menos, e quem pode menos paga mais. Com a redução de impostos, todos ganhariam e poderiam ter uma vida mais digna, sem que isso prejudique na qualidade dos serviços prestados pelo governo.

Vamos entrar nesse novo movimento e difundir essa mensagem: Xô Imposto!

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Imposto na conta de luz passa de 45%

Diário Catarinense

O imposto repassado ao consumidor na conta de luz alcançou 45,08% em 2008, aponta estudo do Instituto Acende Brasil com a PricewaterhouseCoopers. Com exceção de 2002, desde 1999 a carga de tributos e encargos da energia elétrica se mantém acima dos 40% no Brasil. Países como Portugal e Grã-Bretanha têm carga tributária de 5% na conta de luz.

Para o presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Sales, trata-se de um dado negativo porque coloca o país entre os que mais cobram tributos e encargos.

– Em poucos lugares do mundo a conta de luz carrega tamanho peso morto de impostos. É grave porque se propaga ao longo de toda a cadeia.

Na comparação com outros países, o Brasil aparece na 14ª posição em carga tributária de energia para consumidores industriais, de acordo com dados de 2004 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A estatística não leva em consideração os encargos repassados ao consumidor, como despesas trabalhistas das empresas. Entre os consumidores residenciais, o Brasil detém a 23ª colocação.

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) foi identificado como o grande vilão. Na média, o tributo – que varia de acordo com o Estado – representa 20% da conta. O Acende Brasil defende redução da alíquota do ICMS, em 1% ao ano, para diminuir o peso até 12% em 2020.

Com base nas guias de recolhimento de impostos apresentadas nos balanços das empresas, o estudo verificou também que o setor elétrico recolheu R$ 46,2 bilhões de tributos e encargos em 2008. O valor daria para construir duas usinas hidrelétricas do tamanho de Belo Monte.

Sales diz que a alta autorizada pelo governo na Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) elevará o peso do imposto sobre a conta de luz em 2% no acumulado de 2009. A CCC é um subsídio para aquisição de combustível das termelétricas do Norte do país.

Tamanho da mordida

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Projeto tributa poupança acima de R$ 120 mil

do Valor


A possibilidade de que os rendimentos de poupança venham a ser tributados por lei aprovada ainda durante o atual governo persiste, mesmo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha desistido de encaminhar ao Congresso um projeto com esse objetivo. Diante da hesitação do Planalto, o deputado Virgílio Guimarães (PT-MG), membro da base parlamentar aliada, ofereceu e discute com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, um texto alternativo. Já protocolado formalmente na Câmara, o projeto de Virgílio é politicamente mais aceitável pela classe média porque tributa apenas a remuneração dos depósitos superiores a R$ 120 mil e não acima de R$ 50 mil, como propunha o governo. Ao mesmo tempo, tem mais chance de ser apoiado pelo Banco Central, porque acaba com os juros fixos de 6,17% ao ano para esses depósitos mais altos, na hipótese de a Taxa Selic cair abaixo disso. Leia mais…

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Imposto descabido

Editorial Estadão

Como é da natureza do governo Lula gastar cada vez mais e descuidar-se da qualidade das despesas, a lógica oficial prescreve o aumento perene da carga tributária.
Explica-se, assim, a nova tentativa do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, com apoio do partido que o apadrinha, o PMDB – e, claro, do PT – , de ressuscitar a CPMF, derrubada no Senado no final de 2007. A alegação é a de sempre: mais recursos para a Saúde. Para os desavisados, um forte argumento.
Na realidade, um falso argumento, como demonstram a história fiscal do governo e a própria crônica da malfadada CPMF, criada ainda no governo Itamar Franco, em 1993, com o mesmo bom propósito, mas que, com o passar do tempo, desvirtuouse, financiou tudo menos hospitais e ambulatórios.
Não bastasse o desvio de função, a CPMF é um mau imposto, pois recai em cascata sobre todas as fases da produção de bens e serviços, onerando excessivamente a cadeia produtiva, um desestímulo – mais um – à criação de empregos, um fardo também para as exportações.
Quando foi extinta, a CPMF tinha uma alíquota de 0,38%, incidente sobre todas as operações financeiras.
Mas havia sido criada com 0,25%. O imposto, como reza a tradição brasileira, fora aumentado.
No orçamento para 2008, o governo contava com a arrecadação de R$ 40 bilhões via o gravame. Na luta para manter a contribuição, o presidente Lula e ministros assumiram um discurso catastrofista – o fim da CPMF desmontaria a estrutura fiscal do Estado, o povo sofreria na rede pública de saúde etc. Balela, como se viu – o sofrimento do povo continuou o mesmo. Com a economia em expansão e o aumento de outros impostos decretado em nome da compensação pela perda da CPMF, em quatro meses a Receita Federal havia arrecadado a mais os mesmos R$ 40 bilhões.
Tenta-se reproduzir a história daquele imposto na criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), nome do clone da CPMF. Como sua célula tronco, a CSS começaria com uma alíquota baixa (algo na faixa de 0,10%). Depois, não é difícil prever o que aconteceria. O embrião da nova CPMF foi inoculado na emenda à Constituição no29, que define os respectivos percentuais do orçamento que União, estados e municípios têm de destinar ao setor de saúde. Na primeira das duas votações, requeridas por emenda constitucional, ela foi aprovada por placar apertado. Vencida a segunda rodada de votação, faltarão outras duas no Senado. O governo prefere esta batalha política do que se debruçar sobre projetos que reduzam a indiscutível ineficiência dos hospitais públicos federais. Por exemplo, aprovando a transformação deles em fundações, para serem administrados dentro de normas comezinhas da boa gerência. Mas como o projeto das fundações, encaminhado pelo próprio Temporão, tem o veto de corporações sindicais, o governo volta a tentar impor mais este peso tributário à sociedade.
Outro caminho, não excludente, é transferir parte da copiosa gastança em custeio para a Saúde, despesa mais nobre para quem se diz preocupado com o povo.

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