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Alienação tributária

É comum o pensar que discutir sobre os impostos não diz respeito exclusivamente aos políticos. Este é um grande equivoco. O debate sobre o assunto é de interesse de toda a sociedade, pois o peso dos impostos atinge diretamente a vida de todos nós. Aliás, quanto mais pobre é o cidadão, maior é o impacto dos impostos sobre o seu orçamento, já que, proporcionalmente, quem ganha menos paga mais impostos.

A discussão sobre os impostos um tema popular é fundamental por diversas razões:

  • Primeiramente, porque qualifica todos os cidadãos como contribuintes (por mais paradoxal que essa expressão pareça em um sistema compulsório), elevando a autoestima das pessoas e legitimando-as a exigir a prestação de contas sobre o destino dos recursos arrecadados.
  • Em segundo lugar, porque torna o cidadão detentor de direitos para cobrar as contrapartidas prometidas, e não como um devedor do Estado, ou pior, dos políticos, por eventuais “benefícios” recebidos.
  • Em terceiro lugar, porque deixa claro que toda a riqueza distribuída pelo Estado vem da sociedade, não sendo propriedade daqueles que nos governam.
  • Em quarto lugar, porque ao compreender que os recursos públicos saem do seu bolso, o cidadão comum irá se interessar mais pela discussão sobre a qualidade do gasto público e, inclusive, sobre sua eventual necessidade. E
  • m quinto lugar, porque contribui para despersonalizar as políticas públicas. Como o dinheiro é da sociedade, o agente público deve buscar satisfazer o bem comum, e não seu interesse privado ou partidário.
  • Em sexto lugar, porque ao saber que é o seu dinheiro que está em jogo, e não o dinheiro dos empresários, o eleitor valorizará mais o seu voto e, certamente, será mais cauteloso na escolha de seus representantes. O eleitor estará ciente de que um governo incompetente e corrupto custa caro, e que o aumento dos impostos irá reduzir seu orçamento mensal. Por fim, sabendo que os impostos reduzem seu poder de compra, e, consequentemente, seu consumo, o cidadão pensará duas vezes em transferir as decisões que ele pode tomar sozinho para o Estado. Com isso, reduzem-se as práticas populistas e eleitoreiras, que não têm compromisso com o futuro do país.

PAULO UEBEL é diretor-executivo da organização não governamental Instituto Millenium.

Fonte: O Globo

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O impacto dos tributos no valor final dos produtos

Ao decidir um destino para uma viagem, o comércio é um forte atrativo. Infelizmente o Brasil fica de fora da rota levando em conta este quesito. A diferença de preços de produtos vendidos no Brasil em comparação com outros países é gritante, e sabemos que a taxa tributária é a grande razão disso. Ou seja, o brasileiro não tem incentivo para fazer compras no seu país.

Você pode mudar este cenário, entre na luta por menos impostos!

Fonte: Jornal da Globo

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O freio da economia brasileira tem nome

O alto valor de comercialização no Brasil é principalmente devido a sua carga tributária, que é a maior entre todos os países emergentes. Segundo fonte da IBPT (2010), os brasileiros trabalham 145 dias por ano só para pagar impostos. Na Argentina são 92 dias, Chile 92 dias, México 91 dias e Estado Unidos 102 dias.

Inciar um negócio no Brasil é um grande desafio, levando em conta as taxa tributárias, que chegam a dobrar o valor de cada funcionário para as empresas.

Outro entrave é a burocracia e a quantidade de taxas que o novo empreendedor é obrigado a pagar.

“A FIRJAN fez uma pesquisa sobre a abertura de empresas no Brasil, e concluiu que você passa por 8 etapas burocrática, paga de 12 a 16 taxas e tem 43 documentos para você fazer isso.” (Jornal da Globo)

E você, já passou pensou duas vezes antes de abrir seu negócio?

Com a justiça fiscal proposta pelo novo Projeto de Lei  do deputado federal Paulo Bornhausem, este cenário mudará, e a economia também será impulsionada, já que a população terá melhores condições para o consumo.

Fonte: Jornal da Globo e Liberdade de Impostos

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Desrespeito ao contribuinte

Do Blog Democratas

Reportagem de hoje, 28, de O Globo aponta que Governo Federal simplesmente não sabe identificar o destino de R$ 17,3 bilhões repassados a estados, municípios, ONGs e centrais sindicais.

Segundo a matéria, levantamento do Tribunal de Contas da União (TCU) mostra que, em outubro de 2009, 44.819 prestações de contas sobre o dinheiro aguardavam o exame de órgãos federais. O volume de recursos sem fiscalização subiu 30% em relação a 2008, quando projetos com prestações de contas abertas somavam R$ 13,342 bilhões. Sem fiscalização, é impossível saber se a verba foi aplicada corretamente nos projetos financiados pela União, assim como punir eventuais desvios.

Para os parlamentares federais do DEM, que já vêm denunciando há anos o descaso com o dinheiro do contribuinte, a reportagem de hoje não aponta grandes novidades. Para se ter uma ideia, no ano passado, em resposta a um requerimento de informação do Líder do DEM na Câmara dos Deputados, Ronaldo Caiado, o Ministro Guilherme Cassel, do Desenvolvimento Agrário, reconheceu que, não obstante a vultosa quantia que vem sendo repassada a entidades ligadas ao MST, grande parte dos recursos ainda não teve a sua aplicação comprovada, justamente pela falta de estrutura de fiscalização.

Já no tocante às centrais sindicais, é preciso lembrar que o Governo Federal, por meio da sua base de apoio no Congresso Nacional, trabalhou dia e noite para viabilizar a aprovação a Lei nº 10.628/08, que assegurou o repasse de parte da contribuição sindical às centrais sindicais. Surpreendentemente, o Presidente Lula, ao apreciar o projeto que deu origem à Lei nº 10.628/08, vetou tão-somente a parte que impunha ao TCU a fiscalização da gestão dos recursos oriundos do imposto sindical às centrais. Ou seja: por meio do veto presidencial, as centrais recebem dinheiro público, mas não se submetem ao qualquer controle do Tribunal de Contas: é o bônus sem o ônus!

Em suma, senhor contribuinte, não há dúvidas de quão perdulário é o Governo Federal, uma vez que confunde a inegável necessidade de se investir em setores estratégicos com a gastança desenfreada sem qualquer tipo de controle. Sem qualquer tipo de controle e sem qualquer outra preocupação com você, responsável por pagar a conta.

O DEM não arredará pé da sua luta pelo fortalecimento dos órgãos de controle externo da gestão do patrimônio público, pois está certo de que a sociedade, como financiadora das ações estatais, não pode prescindir de tão importantes mecanismos de fiscalização da res publica.

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Projeto pretende ressarcir impostos para famílias de baixa renda

- A grande perversidade da gigantesca carga tributária que sufoca o contribuinte brasileiro, é que quem mais paga imposto neste país é o pobre.
A afirmação é do líder dos Democratas na Câmara, Paulo Bornhausen (SC), que apresentou, na quarta-feira (3), Projeto de Lei ressarcindo os brasileiros reconhecidamente pobres do valor de todos os tributos, diretos e indiretos, federais, estaduais, distritais e municipais, incidentes na aquisição de bens e serviços no mercado nacional.
- Estamos corrigindo uma injustiça que o governo Lula insiste em cometer. Até quem recebe a Bolsa Família é penalizado, pagando mais de 50% de impostos em cima de seu rendimento da Bolsa – frisa o deputado Paulo Bornhausen.
O projeto prevê o ressarcimento estimado em R$ 3 bilhões anuais e a verba para o ressarcimento desses impostos às famílias de baixa renda deverá vir de um fundo específico a ser criado por lei com valores de recursos excedentes de royalties do petróleo do Pré-Sal. O pagamento será feito pela Fazenda Nacional, em espécie, ao contribuinte independente de requerimento. A identificação dos brasileiros de baixa renda será feita inicialmente por cadastros governamentais.
“Nós derrubamos a CPMF e vamos promover a mais justa reforma fiscal deste país, livrando o pobre dessa absurda carga tributária”, enfatiza Bornhausen.

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