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O freio da economia brasileira tem nome

O alto valor de comercialização no Brasil é principalmente devido a sua carga tributária, que é a maior entre todos os países emergentes. Segundo fonte da IBPT (2010), os brasileiros trabalham 145 dias por ano só para pagar impostos. Na Argentina são 92 dias, Chile 92 dias, México 91 dias e Estado Unidos 102 dias.

Inciar um negócio no Brasil é um grande desafio, levando em conta as taxa tributárias, que chegam a dobrar o valor de cada funcionário para as empresas.

Outro entrave é a burocracia e a quantidade de taxas que o novo empreendedor é obrigado a pagar.

“A FIRJAN fez uma pesquisa sobre a abertura de empresas no Brasil, e concluiu que você passa por 8 etapas burocrática, paga de 12 a 16 taxas e tem 43 documentos para você fazer isso.” (Jornal da Globo)

E você, já passou pensou duas vezes antes de abrir seu negócio?

Com a justiça fiscal proposta pelo novo Projeto de Lei  do deputado federal Paulo Bornhausem, este cenário mudará, e a economia também será impulsionada, já que a população terá melhores condições para o consumo.

Fonte: Jornal da Globo e Liberdade de Impostos

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Paulo Bornhausen acabou com a CPMF e vai diminuir os impostos no Brasil

Existem formas de diminuir o valor do imposto no Brasil e você pode colaborar na realização desse projeto!

O deputado federal Paulo Bornhausen apresentou e lutará pela aprovação de um projeto de lei que iniciará a redução de tributos no país, começando pelos que ganham menos. Para isso, Bornhausen pede o seu apoio. Juntos, faremos uma Santa Catarina e um Brasil melhor a cada dia!

Após derrubar a CPMF, o deputado federal Paulo Bornhausen defende a diminuição dos impostos no Brasil

A agenda de Paulo Bornhausen é a agenda das pessoas, por este motivo há muitos anos o deputado federal trabalha na diminuição dos impostos.

O deputado federal Paulo Bornhausen liderou o movimento Xô CPMF e conseguiu derrubar essa carga tributária, mas esse foi apenas o começo. Agora, Bornhausen defende a diminuição de impostos para todos com justiça fiscal.

A proposta do novo projeto de lei de Paulo Bornhausen é ressarcir os brasileiros que recebem até três salários mínimos do valor de tributos, diretos e indiretos, dos municípios, estados e da União, incidentes na aquisição de bens e serviços no país. Pelo projeto, os cidadãos que entrarem na faixa atendida pelo programa receberão, em espécie, o valor pago em impostos, total ou parcial. O investimento no programa será compensado com o aumento do poder de consumo e da geração de riquezas já que haverá mais dinheiro na economia.

Ajude Paulo Bornhausen a diminuir os impostos, entre no movimento Xô Imposto

Paulo Bornhausen quer continuar representando as vontades das pessoas na Câmara dos deputados. Conheça melhor a proposta do deputado federal para diminuir os impostos para quem ganha menos, ajude a difundir esse projeto e colabore para que ele seja realizado.

Para manter-se informado sobre essa e outras propostas do deputado Paulo Bornhausen, visite o site do www.paulobornhausen.com.br

Divulgue esta mensagem e ajude Paulo Bornhausen a diminuir os impostos abusivos: Xô Imposto!

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O brasileiro está sendo explorado e nem se dá conta!

Segundo a pesquisa sobre o impacto dos tributos sobre a população realizada pela Firjan (2010), 61,9% dos brasileiros entrevistados afirmaram que não sabem qual o total de impostos embutidos nos preços dos produtos/serviços. Como contribuinte, a população tem o direito estar informado sobre estes valores.

A tabela abaixo, com dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), mostra de maneira clara a exploração que sofremos com os impostos excessivos. Os valores iniciais chegam a duplicar.

Essas taxas, de certa forma, travam a economia brasileira. Partindo do princípio que se essas taxas fossem revisadas e sofressem uma redução, nós poderíamos consumir mais e melhor e assim a economia também progrediria.

Fonte: Dieta do Impostão e Sistema Firjan

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Dieta do Impostão: Uma brincadeira com um assunto sério

De maneira descontraída, o Sistema FIRJAN aborda um tema muito sério, que tira o sono de grande parte da população brasileira, os impostos que pagamos todos os dias.

Assim como as dietas que fazemos para manter a saúde em dia, a campanha Dieta do Impostão propõe uma recauchutada no sistema de arrecadação de impostos. A campanha tem como intuito conscientizar a sociedade, criando um espaço de esclarecimento e troca de informações sobre assuntos que envolvem a carga tributária brasileira. O objetivo principal é construir uma mobilização contra o excesso dos impostos e a sua má utilização. Nas suas palavras, “Menos impostos. Mais dos impostos.”


“Nós brasileiros trabalhamos quase 5 meses por ano exclusivamente para pagar mais de 1 trilhão de reais em tributos para o Estado. Em troca, nada mais justo que todos os cidadãos tenham serviços de saúde, educação, segurança e infraestrutura de qualidade.” (Dieta do Impostão)


Fonte: Dieta do Impostão

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Brasileiros pagam 47% só de impostos na conta de luz

Consumidor paga caro por siglas que, muitas vezes, nem sabe para quê servem
ALINE LABBATE

Se um consumidor pagou, em média, R$ 1.000 de conta de luz em todo o ano de 2009, 47%, ou R$470, foram para os cofres públicos. A estimativa é do Instituto Acende Brasil, que fez um levantamento de todos os tributos e encargos cobrados do setor elétrico brasileiro. Se comparada a 2008, esta proporção cresceu. Há dois anos, 45,08% da conta eram relativos à impostos.

“O Brasil é um dos países com a maior carga tributária sobre a energia do mundo. E o que vemos é esse cenário piorar. Em vez da unificação e redução, assistimos a um aumento das tarifas e encargos”, afirma o presidente do Instituto, Cláudio Sales. Para se ter uma ideia, em 2008, o setor elétrico rendeu ao governo R$ 46 milhões. O mesmo que o país arrecadou com o PIS/PASEP e o Imposto de Renda Pessoa Física. Com esse valor, seria possível construir duas usinas do porte da de Belo Monte por ano.

Maria José, 56, fez de tudo para reduzir a conta de luz, que já chegou a R$ 300. Eliminou os dois freezers e trocou duas geladeiras velhas por uma duplex nova, que é mais econômica. Reduziu o tempo do banho e da internet e reuniu a família para assistir à mesma televisão na sala, em vez de cada um ver seu programa separadamente. Mesmo assim, a técnica em administração de empresas ainda paga R$ 170 por mês, sendo que R$ 82 vão para os impostos. “Aqui em casa somos só três pessoas. Eu acho um absurdo. Eu fiz o que podia para reduzir o meu gasto. O governo tinha que fazer a parte dele”, protesta.

Sopa de letrinhas. Os impostos estaduais e federais são os que mais oneram a conta de luz. Uma análise feita pelo instituto mostra que a alíquota de três dos seis tributos federais sobre a energia elétrica praticamente duplicou entre 1999 e 2008: a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) foi de 0,70% para 1,53%; o Pis/Pasep, de 0,77% para 1,51%, e a Cofins, de 3,48% para 6,942%. O Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) subiu menos: passou de 2,54% para 3,92%.

Mas Cláudio Sales explica que os encargos, que são espécies de subsídios, são os que mais têm aumentado a cada ano. E não são poucas as siglas que compõem essa caixinha de surpresas chamada conta de energia elétrica: CCC (Conta de Consumo de Combustível), RGR (Reserva Global de Reversão), ESS (Encargos de Serviços de Sistema), EER (Encargo de Energia de Reserva) etc. Cada uma é responsável por cerca de 1% a 3% do valor da conta, e cada vez que elas aumentam, o prejuízo é do consumidor.

Um exemplo é a CCC. A contribuição foi criada para custear a produção de energia termelétrica em regiões isoladas do país, como a Norte, que não estão interligadas ao sistema elétrico nacional. Este ano, o governo editou uma Medida Provisória que praticamente dobrou o percentual da CCC. Com isso, a expectativa de arrecadação em 2010, que era de R$ 2,3 bilhões, subiu para R$ 4,6 bilhões.

Tarifa Social

Descontos serão por renda, e não por consumo

A partir de agora, os critérios para definir quem tem direito à Tarifa Social de Energia Elétrica não serão mais por faixa de consumo, e sim por renda. A decisão estava prevista em lei sancionada pelo presidente Lula em janeiro, mas ontem recebeu regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Pelo sistema anterior, havia uma escala de descontos e benefícios que levava em conta o consumo na residência. Quem gastava até 80Kw/h por mês de energia, automaticamente estava incluído em uma das escalas da tarifa social. Agora, o consumidor precisa comprovar que a renda familiar per capta não ultrapassa meio salário mínimo, e que ele está inscrito no Cadastro Único do Governo Federal, que dá direito ao benefício do bolsa-família.

O objetivo da mudança é acabar com certas distorções como no caso de consumidores solteiros de classe média, que moram sozinhos, e acabam sendo beneficiados, assim como os proprietários de casas de veraneio.

O superintendente de Regulação de Comercialização da Aneel, Ricardo Vidinich, afirmou que a quantidade de unidades de consumo beneficiadas não deve mudar muito em relação às 19,5 milhões atendidas atualmente.

Pela regulamentação, as distribuidoras terão 60 dias para notificar os clientes que perderão o benefício. Contudo, essa retirada não será imediata. A Aneel vai cumprir um cronograma de eliminação da Tarifa Social de acordo com a faixa de consumo. A expectativa é de que, até novembro de 2011, não haja mais consumidores irregulares beneficiados.

Fonte: Acende Brasil

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