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Destaques
- A verdade sobre a queda tributária de 2009
- Alienação tributária
- “Impostos menores reduziriam pirataria”
- O impacto dos tributos no valor final dos produtos
- Impostômetro atinge marca de R$ 800 bilhões arrecadados em todo o país
- Proposta prevê devolução de impostos pagos por contribuintes de baixa renda
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Monthly Archives: Setembro 2009
Despesas do governo têm alta de 12%
do Blog Democratas
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Alegando a necessidade de elevar gastos para aquecer a economia, o governo registrou aumento real de 12% em suas despesas entre janeiro e agosto. Já as receitas caíram 4,2%. Com isso, o superávit primário despencou quase 70%.
Cesta Básica
da Folha de São Paulo – Mercado Aberto
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A maioria dos brasileiros (81%) prefere que o presidente da República reduza os impostos dos alimentos do que aumente o benefício do Bolsa Família. A informação é de pesquisa do Instituto Análise/Insight, feita na última semana de agosto, com mil pessoas, em cerca de 70 cidades brasileiras.
Política de impostos do governo é desaprovada por 54% da população, diz Ibope
do MSN
Pesquisa divulgada nesta terça-feira (22) pela CNI-Ibope mostra que cerca de 54% dos brasileiros desaprovam a atuação do governo Lula no que diz respeito aos impostos.
Em relação há três meses, o índice de desaprovação da política no setor permaneceu estável, enquanto a aprovação apresentou leve melhora, passando de 38% para 40% de junho para setembro deste ano. Ainda assim, os impostos seguem como uma das áreas mais criticadas pela população.
Esse quesito só perde em desaprovação para segurança pública, com 56%. Já a saúde também apresenta uma taxa de desaprovação de 54%. Em relação à última pesquisa, o índice das duas áreas diminuiu, já que estava em 59% e 57%, na ordem, enquanto a aprovação aumentou de 41% para 44% em saúde e de 38% para 42% para segurança pública. Leia mais
Respostas para a Enquete
Perguntamos aos internautas “O QUE VOCÊ FARIA SE TIVESSE ESSE DINHEIRO NO BOLSO?” – R$ 2.711,22 em tributos arrecadados de cada brasileiro só nos primeiros seis meses do ano.
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Algumas respostas…
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Roberto:
Já poderia pagar várias consultas médicas, por exemplo. Coisa que pagamos na forma de imposto mas não recebemos na forma de serviço. Poderia também investir na minha educação… Ou poderia pagar uma boa segurança privada para a minha casa.. já que essas coisas a gente paga mas o governo não retorna.
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Airton Leitão:
Pagaria Um mês e meio dos planos de saúde de minha esposa e meu (maiores de70 anos).
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cleuberto dantas:
deixar no bolso só se fosse escondido, pois se o governo soubesse, faria qualquer coisa para subtrair.
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Paulo:
Com certeza pagaria algumas contas que não teria que pagar caso o governo, fizesse o que deve fazer com o dinheiro de nossos impostos.
Seguro do carro por exemplo. Pago imposto para ter segurança, como não tenho sou obrigado a fazer seguro. O pior, ainda pago imposto sobre o seguro, que tenho que fazer pois o governo não dá a segurança.
Plano de saúde, aquele que pago, e tenho um péssimo atendimento, mas tenho que pagar, pois o dinheiro que o governo diz vai para a saúde não aparece e eu tenho que fazer convênio privado e pagar novamente imposto sobre este serviço que o estado não supre com o dinheiro que pago.
Assim vamos pagando duas, três, quatro vezes por coisas que nunca obtemos.
Mas se alguem deve para o governo cuidado!
O que é devido ao governo tem que ser pago, pois ele cobra juros, multa, bota na cadeia. Não te deixa trabalhar.
Enfim com este dinheiro com certeza pagaria pela segunda, terceira, quarta ou quinta vez alguma coisa que já paguei para o governo e não recebi.
Federações se mobilizam contra criação da ‘nova CPMF’
da MidiaMax
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As três mais fortes federações patronais do Estado, a Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), a Fecomércio (Federação do Comércio de Mato Grosso do Sul) e a Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) lançaram campanha “CPMF de Novo Não – Chega de Imposto”, a réplica de um movimento nacional contrário à aprovação da CSS (Contribuição Social à Saúde), com sistemática idêntica à antiga CPMF, porém com alíquota menor. Leia mais…

