Busca
Redes Sociais, Participe!
Saiba mais
Nós apoiamos
Deixe sua opinião
Enquete
Loading ...-
Destaques
- A verdade sobre a queda tributária de 2009
- Alienação tributária
- “Impostos menores reduziriam pirataria”
- O impacto dos tributos no valor final dos produtos
- Impostômetro atinge marca de R$ 800 bilhões arrecadados em todo o país
- Proposta prevê devolução de impostos pagos por contribuintes de baixa renda
Arquivos
- Setembro 2010
- Agosto 2010
- Junho 2010
- Maio 2010
- Abril 2010
- Março 2010
- Fevereiro 2010
- Janeiro 2010
- Dezembro 2009
- Novembro 2009
- Outubro 2009
- Setembro 2009
- Agosto 2009
- Julho 2009
- Junho 2009
- Maio 2009
- Abril 2009
- Março 2009
- Fevereiro 2009
- Janeiro 2009
- Dezembro 2008
- Novembro 2008
- Outubro 2008
- Setembro 2008
- Agosto 2008
- Julho 2008
- Junho 2008
- Maio 2008
- Abril 2008
Monthly Archives: Março 2009
Remédios ficam 5,9% mais caros
Do Diário Catarinense
Os consumidores deverão sentir mais depressa o reajuste de 5,9% no preço dos remédios, anunciado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para hoje.
Nos anos anteriores, quando o aumento anual era anunciado, a maior parte dos comerciantes independentes (cerca de 90% das 60 mil lojas em todo o Brasil, segundo estimativas do setor) recorria a uma estratégia: comprava uma quantidade maior dos produtos mais vendidos antes que os preços subissem para vender ao cliente pelo preço antigo mesmo após o reajuste.
Agora, como não têm o mesmo poder de barganha das grandes drogarias, que podem negociar diretamente com as indústrias, esses estabelecimentos estão tendo que comprar com prazos mais curtos e encontrando poucos medicamentos com desconto. Resultado: não conseguem ficar sem repassar o aumento para o cliente por muito tempo.
A principal causa desse efeito no bolso do consumidor não é, portanto, o reajuste, mas o impacto da crise na rede de distribuição. Sem financiamento, não se consegue oferecer prazos e descontos como antes.
– O primeiro impacto da crise foi no distribuidor. O segundo foi nas farmácias, principalmente as independentes, porque o distribuidor não conseguiu mais repassar o crédito – disse Marcello Albuquerque, diretor de linha de negócios da IMS Health, consultoria especializada no mercado farmacêutico.
Segundo a Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias, que representa 2,5 mil pequenas farmácias ligadas a redes independentes em 11 estados, com essas condições, as lojas não vão conseguir praticar os mesmos descontos.
Governo gastou R$ 2,2 bi em propaganda
Do Ex-Blog do Cesar Maia
O valor torrado pelo governo Lula em publicidade em 2008, ficará perto de R$ 1 bilhão. Os gastos em patrocínio federal no ano passado bateram em R$ 918 milhões. Dois buracos negros ainda persistem nessa área. Não se sabe o volume aplicado em publicidade legal nem o custo de produção das peças publicitárias. Esse último é um segredo nunca revelado pelo governo nem pelas agências acostumadas a mamar nas tetas generosas de Brasília. A estimativa para as despesas com publicidade gira em torno de R$ 250 milhões a R$ 350 milhões por ano. Tudo considerado, a administração federal consome anualmente, por baixo, R$ 2,2 bilhões com ações de propaganda e marketing. É dinheiro em qualquer lugar do mundo.” Fonte: Coluna de Fernando Rodrigues na Folha de SP.
Impostos a mais
do Mercado Aberto (Folha de São Paulo)
Escritórios de advocacia alertam de que termina no fim deste mês o prazo para que os contribuintes peçam ressarcimento da CPMF cobrada entre janeiro e março de 2004. A emenda constitucional da contribuição provisória determinava que, naquele ano, a alíquota sobre movimentações financeiras passaria de 0,38% para 0,08%.
Desemprego atinge salário baixo
do Diário Catarinense
O desemprego no Brasil tem atingido principalmente a base da pirâmide salarial. Em janeiro, quase 90% dos desempregados recebiam até três salários mínimos mensais.
Os números fazem parte de um estudo divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Já para os estados, a crise financeira pode ser medida pela queda da arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). De acordo com os dados compilados pela entidade, os efeitos negativos da crise se fizeram sentir a partir do mês de outubro de 2008. O número de Estados com redução na arrecadação do imposto foi de nove em outubro, 12 em novembro e 16 em dezembro.
A queda ocorre porque o consumo por parte das famílias está menor – seja pelo temor da instabilidade ou pela perda do emprego – e consequentemente com menos vendas, menos impostos são arrecadados.
De acordo com a pesquisa, a crise afetou os estados mais industrializados, como São Paulo e Minas Gerais.Já os estados da Região Nordeste e o Rio Grande do Sul foram os menos afetados.
A diretora de Estudos Regionais e Urbanos do Ipea, Liana Carleal, explicou que o impacto diferenciado deve-se às características do setor produtivo.
–A crise começou pelos setores mais densamente industrializados e depois migrou para o de bens de consumo duráveis e não-duráveis.
Crescimento, só no cartão
de O Globo
O ano ainda está no começo e a crise econômica se agravou, mas as faturas dos cartões corporativos utilizados pela Presidência da República já registram gastos de R$ 2,785 milhões, 65,5% de tudo que foi gasto com os cartões em 2008: R$ 4,250 milhões.
As despesas se referem principalmente aos gastos com as viagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com as comitivas do presidente e as equipes de apoio e de segurança. Parte dessas despesas foi realizada em dezembro de 2008, mas faturada em 2009. Os gastos entre 1º de janeiro e 11 de março deste ano representam uma alta de 405,8% sobre as despesas do primeiro trimestre de 2008. De janeiro a março do ano passado foram gastos com os cartões corporativos R$ 550,6 mil. Os R$ 2,785 milhões deste ano foram gastos só até 11 de março, data em que foi fechado o levantamento. Até o fim do trimestre, a alta registrada será ainda maior.

