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Destaques
- A verdade sobre a queda tributária de 2009
- Alienação tributária
- “Impostos menores reduziriam pirataria”
- O impacto dos tributos no valor final dos produtos
- Impostômetro atinge marca de R$ 800 bilhões arrecadados em todo o país
- Proposta prevê devolução de impostos pagos por contribuintes de baixa renda
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Monthly Archives: Julho 2008
Na internet, a posição dos parlamentares sobre a CSS
O SESCON-SP e o Fórum Permanente em Defesa do Empreendedor lançaram uma página na web onde é possível conhecer, em tempo real e com vários critérios de pesquisa, a opinião dos congressistas sobre a Contribuição Social para a Saúde.
http://www.forumdoempreendedor.org.br/template.php?pagina=pesquisa_pol_css/resultado
BC AUMENTA JUROS E LULA AUMENTA GASTOS
Blog Democratas
Novos gastos do governo Lula já somam R$ 32 bilhões no primeiro semestre deste ano. Só em despesas com pessoal o acréscimo (aumento) somou R$ 13 bi nos primeiros seis meses do ano. A informação está no jornal O Globo. Diz o texto: “no primeiro semestre, o governo federal criou novas despesas que não estavam previstas no Orçamento da União de 2008, e que já superam a casa dos R$ 30 bilhões. Nesse período, o Congresso aprovou e o presidente Lula sancionou 18 leis que abriram créditos extraordinários, suplementares e especiais no total de R$ 32,14 bilhões. A maior parte é para custear novos investimentos e reajuste do funcionalismo. No primeiro semestre de 2008, a arrecadação do governo atingiu R$ 333,208 bilhões, um aumento real de 10,43% sobre o resultado dos primeiros seis meses de 2007 — ou R$ 31,4 bilhões. O que significa que o governo já comprometeu tudo o que arrecadou a mais este ano, em relação ao ano passado. Enquanto Lula gasta de forma irresponsável, os juros sobem. A partir de hoje, a taxa básica de juros Selic sube de 12,25%, para 13% ao ano. Foi a terceira alta consecutiva dos juros e a segunda mais elevada (0,75) desde 2003.
Mais impostos, mais gastos
O Estado de São Paulo – Editorial
A gastança vai continuar e a confirmação, agora, vem do próprio governo federal. Seus gastos não só não serão cortados, como ainda poderão crescer, de acordo com novas projeções encaminhadas ao Congresso pelo Ministério do Planejamento. Sobrarão R$ 14,2 bilhões para o arremedo de fundo soberano inventado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o Tesouro poderá desbloquear cerca de R$ 1 bilhão de verbas contingenciadas. Judiciário e Legislativo poderão ganhar R$ 180 milhões para engordar suas despesas. Se alguém ainda acreditava em corte, pode abandonar essa fantasia de uma vez por todas. A austeridade não está no DNA deste governo e a redução da despesa não entrará na agenda nem mesmo para conter a inflação.
O relatório enviado ao Congresso confirma o prognóstico publicado nesta página mais de uma vez, nos últimos meses. Nenhum aperto seria necessário para se elevar a meta de superávit primário de 3,8% para 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Resultados próximos desse vinham sendo obtidos com a expansão da receita tributária, sem o mínimo esforço de contenção ou de racionalização da despesa.
Carga afeta pequenos negócios
Enquanto o governo comemora a abundância nos cofres públicos cheios, o empresariado não está tão certo de que a notícia é boa também para o restante da sociedade.
Sócio da farmácia de manipulação Artesani há oito anos, Lucas de Oliveira precisa honrar oito tributos para que a empresa siga funcionando. Com quatro funcionários registrados, ele tem que arcar ainda com encargos trabalhistas. Entre impostos e outros custos, Lucas gasta uma média de R$ 26 mil por ano para manter a farmácia aberta.
- Eu não me incomodo em pagar, sei que é preciso. Mas, muitas vezes, estas despesas não vão para quem precisa, são desviadas e, por isso, acredito que a carga tributária poderia ser menor.
Mesmo problema enfrenta o proprietário da casa de festas Sonho de Festa, Júnior Teixeira. Do seu faturamento, pelo menos R$ 6 mil vão diretamente para o governo. Isso afora os impostos que paga como cidadão e consumidor.
- A gente sustenta muita gente com isso, menos quem precisa – lamenta o empresário.
José Antônio Barros Pinho indigna-se toda vez que precisa destinar 15% do que recebe como representante comercial para o governo. Isso porque, como autônomo, não pode fazer uso do Supersimples, o que reduziria os seus encargos.
- Sempre que (o projeto) chega na mão dos presidentes, isso acaba não sendo votado.
Há 17 anos no ramo, José já perdeu as contas de quanto deixou nos cofres do governo.
Arrecadação federal e de SC batem recorde
Mesmo com o fim da CPMF, a arrecadação federal vem batendo um recorde atrás do outro. O último foi no primeiro semestre deste ano, com destaque para Santa Catarina, que cresceu 31% na comparação com o mesmo período de 2007, superando em três vezes a variação nacional (10,43%). O total arrecadado no Estado chegou a R$ 9,8 bilhões de janeiro a junho deste ano.
No país, o recolhimento de impostos chega a R$ 333,3 bilhões, o maior valor já registrado no primeiro semestre. Em relação ao mesmo período do ano passado, a receita subiu 10,43%, já considerada a inflação. O total registrado em junho também foi recorde para o mês: R$ 55,7 bilhões, alta real de 7,1% sobre junho de 2007.


